Naty Escritora

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Último acesso: há 3 horas
Naty Escritora Desconectada
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Uma questão de prazer... Todos os dias milhões de pessoas fazem sexo pelo mundo, desejos são saciados e novos descobertos através do prazer. Enquanto bebia o doce vinho eu observava meu parceiro, era o tipo de homem comum - menos de 1,80, pele clara, olhos castanhos e uma expressão de lugar comum, de quem nunca se aventurou além de sexo papai e mamãe - porém que exalava energia sexual por cada poro, como uma represa prestes a explodir através das fissuras. "Aposto que sou a sua primeira." disse de forma calma, sorrindo levemente para deixá-lo mais à vontade comigo e ele respondeu com um aceno de cabeça, as bochechas ficando rubras. Aproximei-me dele feito uma felina e comecei a abrir sua camisa de botões devagar até tirar aquela peça e expor seu tronco, possuía alguns pelos o que foi uma grata surpresa, adorava homens másculos em sua essência, em seguida abri o cinto, desci seu zíper, ele soltou um gemido e quando abaixei sua cueca vi como estava excitado, duro e latejando. O pau não era enorme mas era bonito, macio, rosado e os pelos aparados tornavam ele deliciosamente interessante. "Por favor..." ele gemeu quando comecei a tocá-lo devagar, prestes a explodir. "Eu estou apenas começando." disse em seu ouvido, fazendo-o tremer levemente e então deixou-me tocá-lo, deslizar a mão por toda a extensão do seu pau até o saco, retirando a glande da pele que a envolvia. "O que deseja fazer comigo?" pergunto de forma suave, olhando em seus olhos. "Quero te foder, que fique por cima de mim completamente nua." Respondeu malicioso. Me livrei do vestido num piscar de olhos mas foi ele quem tirou minha calcinha com a boca e ficou assustado com meu pau completamente duro porém não demorou a me tocar com a mão grande de homem. Deitou-se na cama e fiquei de cócoras por cima dele, encaixei seu pau na entrada no meu cuzinho após o lubrificar e comecei a sentar devagar até que o senti me abrindo e entrando fundo, descia meu cuzinho por toda a extensão do seu pênis e sentia meu pau batendo em seu abdômen a cada movimento, a cabeça empurrando meu ponto G, as mãos grandes em minha cintura, os gemidos grossos e muitas expressões pecaminosas a cada gemido e ele não tardou a esporrar dentro do meu cuzinho, me encheu e continuei sentando no seu pau até que gozei, sujando-o todo com a porra leitosa e grossa. Passei a destra em seu tronco, limpando minha porra e em seguida o fiz chupar meus dedos melados... "Gostosa!" ele gritou em libertação, gozando mais uma vez, ofegante, satisfeito... Erámos apenas mais um casal de amantes se saciando na vastidão do mundo.

Eu, meu vizinho e um amigo dele... Não é segredo pra ninguém que eu e meu vizinho recém-separado temos um caso, começou numa noite qualquer em que ele estava se sentindo sozinho e me chamou para beber uma cerveja com ele e bater um papo, desde então transamos várias vezes no entanto nada me preparou para a noite da última sexta-feira, já era um pouco tarde e estava chovendo, estava com tesão no meu quarto e pensava em ver um pornô quando a mensagem chegou de forma despretensiosa, era meu vizinho me chamando para ir na casa dele e disse que estava com um amigo. Não pensei duas vezes e fui, os dois estavam na sala conversando e tomando cerveja. O clima mudou quando entrei, usando um shortinho e uma blusinha folgada, me sentei entre os dois no sofá, morenos e com barba um mais gordinho e o outro forte, ambos bonitos. Eles começaram a me fazer perguntas sacanas, sugerir sexo oral e me tocavam na coxa, fiquei instintivamente excitada e pronta para os dois. Tiraram os paus pra fora, duros demais e eram deliciosos, não pensei duas vezes e tirei o meu e eles também me tocaram, sem frescura ou tabus, queríamos só curtir o momento. Beijei os dois, chupando a língua e eles se levantaram ficando em pé na minha frente. - Chupa. - disse o amigo dele avançando com o pau na minha direção e eu o abocanhei com tudo, ele segurou meus cabelos e socou na minha boca, gemendo. - Caralho que boquinha, minha mulher não consegue chupar gostoso assim. Enquanto isso eu punhetava o pau do meu vizinho que babava nos meus dedos, escorregando deliciosamente. Ergui meu rosto e tomei um tapa suave que me deixou muito excitada. Fiquei de quatro no sofá, empinada e meu vizinho começou a chupar meu cuzinho, a língua me devorando devagar bem gostoso e o amigo fodendo minha boca, parecia carente por sexo então eu entendi a menção a esposa (como alguém mantém um casamento assim? Sem fogo, tesão... Puta que pariu!) Senti meu vizinho atolando a rola com tudo no meu cu e começava a me foder forte enquanto acariciava meu pau, naquele ritmo febril eles me devoraram, cada um a sua maneira, meu corpo era deles, eu era deles... O primeiro a gozar foi o que fodia minha boca, seu gozo quente me fez engasgar mas ele me manteve segura até terminar de gozar e em seguida meu vizinho esporrou com tudo dentro do meu cuzinho, gemendo e estapeando minha bunda com firmeza, quando chegou a minha vez foi rápido, gozei de forma intensa, gemendo manhosa, completamente a mercê do prazer! - Chama essa putinha mais vezes. -Disse ao amigo, segurando meu rosto e olhando nos meus olhos. - Na próxima esse cu é meu.

Conto para o usuário: juph-92896... Era fim de semana e eu estava em casa entediada, já havia feito tudo ao meu alcance para sair do tédio mas nada apaziguava meu desânimo então resolvi fazer algo que eu sabia que seria infalível: fui a um bar! Tirei meu vestido vermelho do guarda-roupa, me maquiei e me perfumei afinal iria caçar e para isso tinha que estar bonita. Havia um barzinho a algumas quadras da minha casa por isso fui a pé mesmo afinal no caminho do bar poderia conhecer alguém, curiosamente a ideia me dava um tesão insano mas acabei chegando ao bar que estava cheio pois era fim de semana, havia música, risadas, gente bonita, estava no lugar certo. Fui ao balcão onde me sentei e pedi uma cerveja. Alguns minutos depois um homem sentou-se ao meu lado a príncipio parecia apenas mais um cliente do bar no entanto acabei percebendo umas olhadas tímidas e desviadas para minhas pernas, meu vestido e então nos olhamos nos olhos, sorri para o homem o que o fez desviar o olhar com timidez. Acabei decidindo que o teria, me inclinei em sua direção e disse algo em seu ouvido: Vamos sair daqui, não vai se arrepender. Percebi que ele concordou maneando a cabeça e então me levantei, paguei a conta e saí. Andei até um beco na mesma rua do bar, estava vazio e tinha uma árvore que serviria de refúgio para o que iríamos fazer. Ele me seguiu sem muitos questionamentos e quando estávamos próximos eu o beijei, o dominei e fui percebendo que ia se soltando, sua língua roçando na minha, suas mãos tocando meu corpo, estava ficando com tesão e meu pau endurecendo dentro da calcinha até que senti que o mesmo escapou de dentro do tecido, parei de beijá-lo e peguei sua mão o levando até meu pau: Faz carinho nele... Pedi com a voz suave e senti a mão dele envolvendo-me, deslizando a pele para cima e para baixo ao ponto de meu pau ficar melado de tanto tesão que eu sentia. O homem beijou meu pescoço e foi descendo até meus seios, puxando-os para fora do vestido e sugando os bicos com gana ao mesmo tempo em que me punhetava mais forte, quando senti que iria gozar parei e fiz um carinho em seu cabelo: Chupa... Ele se ajoelhou prontamente e abocanhou meu cacete, o chupando com uma gula deliciosa, sua boca era quentinha e molhada, segurando sua cabeça com as duas mãos o fiz me encarar enquanto ele engolia-me até o talo, uma imagem excitante que me fez ofegar e então explodir num gozo frenético, esporrei em sua garganta e o fiz engolir cada gota do líquido quente, ele não parou de me chupar, limpando meu pau com a lingua e só então percebi que ele estava se masturbando, gozando logo em seguida com meu cacete em sua boquinha gulosa. E assim eu salvei minha noite de sábado. [Até o próximo conto!]

"Mete mais." Ele dizia com a voz ofegante, estava suado, rosto corado e olhar lânguido. Aumentei a rapidez com a qual metia meu pau em seu cuzinho apertado e ele gemeu mais alto, quase gritando. Tapei sua boca com a mão e aproximei minha boca do seu ouvido, sussurrando: "Cala essa boca e aguenta rola como macho." Enfiei todo meu pau dentro dele até que só as bolas estavam para fora, o cuzinho começou a piscar me sugando de uma forma deliciosa que quase me fez gozar dentro de dele porém me segurei e continuei sodomizando aquele homem másculo com estocadas violentas ao mesmo tempo em que espancava sua bunda com tapas fortes, deixando marcas em sua pele mais clara até explodir em um gozo forte dentro do cuzinho dele e mesmo após gozar continuei metendo porém de forma mais suave.

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