Recebi esse comentário e ele me tocou de um jeito especial. “Dá para ver que você não é alguém que faz dominação. Você é dominadora.” Há seis anos eu descobri que existia um nome para algo que, durante muito tempo, foi visto como um comportamento problemático. O BDSM me deu linguagem, contexto e comunidade para algo que sempre existiu dentro de mim. Uma intensidade. Uma selvageria. Uma certa rebeldia diante do que esperam de uma mulher. Aqui eu não estou interpretando um personagem. Eu estou dando forma a uma natureza que antes não tinha espaço para existir. E talvez seja por isso que quem observa com atenção percebe: isso não é performance vazia. É identidade. #domme
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