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Já fazia uma semana que o padre havia chegado, ele evitava  olha-la nos olhos. Ele evitava olha-la. Ela sabia que precisava proporcionar para aquele homem muito mais que uma simples foda. Precisaria de ajuda. Naquele dia antes de sair de casa, ligou para uma amiga, Rita de Cássia (será que todo mundo nesta cidade tem nome de santo???) que também gostava de “Fazer o Bem Sem Olhar a Quem” e pediu que a encontrasse na igreja. Saiu de casa com sua habitual saia cinza abaixo dos joelhos e camisa de botões branca. Tinha um coque no cabelo e nenhuma maquiagem.

Mas por baixo daquela roupa sem graça, Gracinha colocou mais um pouco de graça. Vestiu uma cinta liga preta, meias 7/8, uma calcinha fio dental minúscula, e um espartilho que deixavam aquele corpo prometido à castidade, de uma forma que se “Até Deus Duvida” e  “Do Jeito que Diabo Gosta”, o que sobra para nós rélis mortais? Chegando na igreja, soltou os cabelos, colocou um batom rosa, dobrou o cós da saia e abriu dois botões da camisa, deixando a renda preta do espartilho e o colo chamativo à mostra. O padre de novo não a olhou nos olhos, porque olhou direto para seu decote. “Que assim seja!”

O sacerdote saiu tão depressa da sacristia que parecia ter visto a personificação de Lúcifer sentado àquela mesa e não a menina Maria das Graças. Gracinha sorriu. Era a hora. Sabia que ele havia ido para o confessionário e estava naquele momento cumprindo alguma penitência por ter sucumbido as fraquezas da carne  ao ter  apreciado por fração de segundos aquele decote luxurioso. Gracinha chegou ao confessionário, interrompeu o padre que rezava e pedia perdão ao Senhor e  disse:

- Padre, gostaria de me confessar antes da missa, é possível?
- Sim, claro, eu só estava nas minhas orações cotidianas.

Ela poderia gozar só com aquele sotaque. Pensou.

- Desculpe, mas parecia que o senhor estava pedindo perdão por ter feito algo grave, ter cometido algum pecado mortal.
- Não, não! Eu realmente estava só rezando como faço sempre.
- Padres não podem mentir, então porque o Senhor não fala a verdade? O que pode ter feito de tão grave para pedir perdão tão fervorosamente?
- Minha filha, os padres não DEVEM mentir, mas somos seres humanos, em um mundo cercado por tentações que nos põe à prova a todo momento.
- E o Senhor foi tentado padre???

Mais dois botões se abriram...

- Minha filha, você veio se confessar não é mesmo???
- Sim padre vim FAZER uma confissão...

E Gracinha começou a contar em tom de provocação todas as suas experiências para o Padre, disse que já não era mais casta, contou em detalhes algumas das muitas fodas  que teve com os irmãos atrás da Igreja. E até no altar com o templo vazio.
O confessionário  permitia ao sacerdote ver a silhueta daquela mulher, percebia que a cada confissão ela abria um botão da blusa. Ele suava em bicas, tentava ora se concentrar nas confissões, ora se concentrar nas orações que fazia em silêncio. Tentava. Tentado. Excitado. Coitado!  Precisou desabotoar a calça de linho, antes que ela estourasse. E a expressão ‘barraca amada” iria se sentir diminuída se presenciasse  aquele ‘toldo’, aquela 'tenda armada' que se formou no meio das pernas do padre coberta pela batina branca. Pensou: “Senhor afasta de mim este cálice.” Se não eu vou bebê-lo todinho. Em seguida se condenou pelo pensamento. Tarde demais.

 Agora você vai ficar calado e fazer o que eu mandar, se não vou ter que amordaçar sua boca também, o que seria uma pena não ouvir você me chamar de gostosa com este sotaque. E você vai me chamar do que eu te mandar me xingar. 

Enquanto falava, rebolava, esfregava, roçava sua buceta no pau enorme dele ainda por cima da batina. Com toda habilidade desceu do colo do padre, arrancou os sapatos, a calça, a batina,  a camisa e o deixou em pelos. A cada sinal de arrependimento dele, ela o torturava. Colocava os seios para fora do espartilho, esfregava na cara dele. Rebolava com a bunda na cara do padre. Puxava o cabelo dele pra trás. Outro beijo. Outro tapa. Mordida desta vez. Chupava a língua. Esfregava o queixo, o pescoço, a orelha na barba farta  do sacerdote. Se abaixou e de uma única vez colocou o pau inteiro na boca.

- Huuuuuuum!!!!  Meu Deus!!!
- Padre. Não deves pronunciar o nome de Deus em vão. Vou te ensinar um sermão novo. Você vai repetir tudo que eu disser. Vai falar agora que sou sua puta gostosa. Ele olhou espantando. Outro tapa. Ela tirou a calcinha, sentou de novo no colo dele e começou a esfregar a buceta molhada na pontinha do pau. Quando ele inclinava o quadril tentando entrar nela, ela batia e se esquivava empedindo-o de penetrar.

- Fala. Ou não vai ter.
- Puta Gostosa! Vem, deixa eu entrar em você.
- Não é entrar. É fuder.
- Deixa eu te fuder todinha.
- Você aprende rápido. Mas não vai ser fácil assim. Você precisa ser batizado de uma forma inesquecível.

Assim ela pegou o celular no chão. Escreveu uma mensagem. Aguardou menos de dois minutos, e  Rita de Cássia, a amiga, discípula de Gracinha, apareceu vestida tal qual Maria das Graças, mas a lingerie da outra santinha era vermelha. O padre até tentou falar alguma coisa, mas foi calado pelo beijo de Ritinha em sua boca. E pela abocanhada que Gracinha deu em seu pau.

- Eu não estou agüentando. Vocês vão me matar. Chupa mai...
- Se morrer, antes a gente te dá a “extrema-unção.”

As meninas se levantaram e começaram a se beijar na frente do sacerdote que assistia a cena extasiado. Elas se tocavam. Se chupavam, e tiravam a pouca roupa uma da outra, ficando ambas completamente nuas. Ele sentado. Amarrado. Torturado. Nada podia fazer a não apreciar. Se entregar.

Ritinha ficou de joelhos em frente a amiga e começou a chupar sua buceta. Gracinha rebolava. Gemia. Puxava o cabelo da amiga. Apertava Ritinha com força contra seu grelo. Ritinha enfiou dois dedos inteiros na bucetinha da amiga e outro no cuzinho enquanto chupava e mordia o clitóris com força.

- Tá vendo isto padre? É assim que vamos te sacramentar para o sexo. Você vai fuder nós duas.
- Suas demônias gostosas!!!! Vadias. Putas. Cachorras.
- Isssssso padre! Somos demonias, e você vai  nos exorcizar agora.Gracinha soltou as mãos do padre e ordenou que ele deitasse no chão. Ritinha sentou com sua buceta na cara dele e disse em tom imperativo.

Meu vocabulário mesmo que vasto, não encontra mais silabas pra definir o caos alheio.. A bonda nem sempre pode ser escapatória pra ajudar alguém, e eu sinto, sinto muito por mim! Por engolir milímetro de palavra desnuda eu não procurei virtude e engoli maldade. Eu li tua alma, vi as transcrições que te assola o espírito, caminhei pela vareda da tua desgraça e permiti sentir melancolia com a sua dor. Ah o indivíduo.. Me permito daqui observar seu muro danificado, sua estupidez em caco e você olhando pro seu caos espalhado pelo chão.

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