Entre sem fazer barulho... O Clube dos Contos da Pythie está oficialmente aberto! Sente-se, relaxe e saboreie cada linha... 🍷 Pra iniciarmos, uma deliciosa aventura envolvendo #podolatria A Misteriosa do Baile de Máscaras 🎭 O salão do baile de máscaras estava lotado, cheio de música e vozes, mas eu percebi quando você entrou. E percebi, principalmente, que os seus olhos me seguiram a noite inteira. Você tentava decifrar quem estava por trás da máscara de renda preta, mas o seu olhar sempre acabava descendo para o movimento do meu vestido e para os meus saltos altos a cada passo que eu dava. Cansada do calor do salão, caminhei até a varanda deserta, iluminada apenas pela luz da lua. Você me seguiu em silêncio. Sentei-me no banco de mármore e, sem dizer uma única palavra, cruzei as pernas devagar, fazendo a fenda do vestido revelar a minha pele. Olhei na sua direção e, com um movimento lento e magnético, soltei a fivela do meu sapato direito. Deslizei o meu pé totalmente para fora do salto, deixando-o descansar no chão frio da varanda. Vi sua respiração travar sob a máscara. Aproximei o meu pé descalço, com o peito arqueado e as unhas impecáveis, e apoiei a sola diretamente sobre o bico do seu sapato social, subindo lentamente pela sua canela. O silêncio da noite era absoluto. Com a ponta dos meus dedos do pé, fiz uma leve pressão na sua coxa, dando o comando para você se ajoelhar ali mesmo aos meus pés. O mistério do meu rosto não importava mais; a sua única obsessão naquela noite era adorar a dona daqueles pés que te dominaram sem precisar dizer uma só palavra... Ajoelhado na minha frente naquela varanda escura, você parecia um animal faminto diante de um banquete. Suas mãos tocaram meus tornozelos com força, subindo lentamente pela minha panturrilha sob o tecido do vestido, enquanto os seus olhos ficavam fixos na curva perfeita dos meus pés descalços. Eu deslizei a sola do meu pé esquerdo pelo seu peito, sentindo o calor do seu corpo subir através da roupa. Pressionei meu calcanhar contra a sua virilha devagar, sentindo exatamente o efeito devastador que eu causo em você. Você engoliu em seco, completamente entregue ao cheiro da minha pele e ao meu controle silencioso. Sem conseguir se controlar, você puxou meus pés para o seu colo. Suas mãos massageavam meus dedos de um jeito quente, enquanto a sua boca se aproximava da minha pele. Eu arqueei as costas na cadeira de mármore quando senti a sua língua úmida e quente dar uma lambida lenta, subindo do meu dedão até o meu tornozelo. Levei o meu outro pé direto para a sua boca, enfiando meus dedos entre os seus lábios, sentindo a sua saliva molhar a minha pele enquanto você os chupava com desespero. Você gemia baixinho, implorando por mais, totalmente dominado pelo gosto do meu pé e pelo fetiche proibido. Você já estava completamente louco de tesão, com a respiração arfando contra a minha pele úmida. Puxei a fenda do meu vestido totalmente para o lado, revelando que eu estava sem calcinha por baixo. Usei as solas dos meus pés para prender o seu corpo, apertando e massageando o seu membro duro por cima do tecido da calça, sentindo cada pulsação sua. Você não aguentou. Abriu o zíper com as mãos trêmulas e eu envolvi o seu membro diretamente com os meus pés descalços. O contraste da minha pele macia e perfumada deslizando para cima e para baixo no seu pau quente te fez perder totalmente a cabeça. Eu comandava o ritmo com os pés, apertando nos momentos certos, enquanto você chupava os meus dedos e gemia alto na varanda deserta. Quando o seu limite chegou, eu apertei meus pés com força na base, guiando o seu jato quente de gozo que cobriu inteiramente as minhas solas e os meus dedos. Olhei de cima, por trás da minha máscara de renda, vendo você lamber cada gota do seu próprio prazer nos meus pés, limpando-os com total devoção. Aquela noite foi minha, e você descobriu que o seu único lugar no mundo é se ajoelhar e me servir... Gostou do conto? Em breve mais historinhas quentes te esperam aqui no meu feed. 😉
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