Muitos hábitos que o homem chama de inofensivos são, na verdade, formas discretas de abdicação. Abdicação da própria vontade, da disciplina e da presença. Meu querido Olavo dizia que a desordem interior é sempre uma escolha tolerada. Quando o homem vive reagindo a estímulos, buscando distração constante e evitando o desconforto de crescer, ele alimenta o que há de mais fraco em si. Abandonar esses hábitos não é repressão, é hierarquia. É matar o beta que se formou por comodismo e abrir espaço para o alfa que nasce quando o homem governa a si mesmo.
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