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O escritório estava silencioso demais para aquele horário. Ele disse que estaria sozinho, e isso já mudou o clima antes mesmo de eu chegar.

Assim que entrei, ele fechou a porta com calma, me olhou de cima a baixo e sorriu.

Você está muito cheirosa hoje.

A forma como ele falou me arrepiou. Não foi elogio qualquer. Foi posse.

Ele me conduziu até um pufe baixo no meio da sala. Sentei devagar, sentindo o olhar dele queimando minha pele. Ele caminhou na minha direção com uma segurança quase insolente, já completamente despido, como se aquele espaço fosse apenas cenário para o que estava prestes a acontecer.

Parou diante de mim. O silêncio ficou pesado.

Eu deslizei as mãos pelo corpo dele, sentindo cada reação, cada respiração mais funda. Desci sem pressa, explorando, provocando. Ele gemeu baixo quando senti sua tensão nas minhas mãos. A forma como ele se entregava à minha boca, aos meus toques, denunciava o quanto já estava envolvido.

Ele segurou meu cabelo com firmeza, não para machucar, mas para conduzir. Para marcar ritmo. Para mostrar quem estava no controle naquele momento.

Depois foi a vez dele.

Suas mãos encontraram meu corpo com urgência contida. Deslizaram pelas minhas coxas, abriram caminho sob o tecido, explorando devagar antes de perderem a paciência. Seus dedos me invadiram com intensidade, arrancando de mim um gemido que precisei engolir. Ali era escritório. O risco fazia parte da excitação.

Tire isso.

A voz dele saiu baixa e firme.

Fiquei em pé. Ele me virou para a mesa, pressionando o corpo contra o meu. Senti a tensão dele roçando em mim, aumentando a cada segundo. Meu corpo já respondia, quente, entregue, molhado.

Ele se protegeu antes de me puxar mais contra si. Quando entrou em mim, o movimento foi forte, decidido. Precisei morder o lábio para não gemer alto demais. Cada investida vinha acompanhada de um aviso sussurrado para eu manter o silêncio.

A contenção só deixava tudo mais intenso.

Depois ele me conduziu até outra parte do escritório, perto de um janelão enorme. A luz da cidade contrastava com o que acontecia ali dentro. De costas para ele, senti suas mãos firmes na minha cintura, o ritmo ficando mais profundo, mais exigente.

Ele me levou até a própria cadeira. Deitou-me ali, abriu minhas pernas e me olhou como se estivesse apreciando uma obra que queria dominar por completo. O movimento ficou mais intenso, mais rápido, mais desesperado.

Quando terminou, me puxou para perto. O olhar dele estava diferente, satisfeito, quase orgulhoso. Tirou a camisinha, colocou ele na minha boca e deu leitinho para a gatinha faminta. Engoli cada gota e, com um sorriso safado, olhei para ele ali, ajoelhada.

E eu saí dali com o perfume ainda na pele e a sensação de que aquele escritório nunca mais seria apenas um lugar de trabalho

By Selene

há 7h
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