Ele fica exatamente onde eu quero: preso sob mim, totalmente dominado. Sento sobre o rosto dele com autoridade, controlando cada movimento, cada suspiro, cada segundo da sua rendição. Ele sente o peso do meu poder enquanto luto e controle se misturam com humilhação. Aqui, ele não respira sem permissão — e eu decido quando ele merece ar… e quando merece apenas aprender o próprio lugar.
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