Enrabada no quarto de visitar num anal profundo enquanto todos dormem O proibido é sempre mais gostoso, né? Naquela noite a gente tinha feito uma super farra, e por volta das 22h já tinha gente dormindo, o resto se arrumando pra deitar. Eu fui no embalo, arrumei meu cantinho e fingi que ia descansar direitinho. No meio da madrugada, senti a mão dele apertando minha bunda com força. Ele tava inquieto, cheio de tesão, e eu, como uma boa putinha, já joguei o rabinho pra trás, abri tudo com a mão pra ele sentir minhas preguinhas molhadinhas. O safado não perdeu tempo: me virou de ladinho, passou o KY rapidinho e, com o pau duríssimo, apontou e foi entrando sem enrolar. Eu só mordi o travesseiro pra não gemer alto, empurrando a bunda contra ele enquanto sentia aquele pau grosso me rasgando devagar. Ele chegou bem perto do meu ouvido e sussurrou que ia judiar bastante, que ia segurar o máximo pra deixar meu cuzinho todo aberto, larguinho, e só ia gozar lá dentro quando eu estivesse bem arrombada. Fiquei um tempão ali, quietinha, sentindo ele me foder gostoso, me usando do jeito que queria. Aquela sensação de ser a putinha dele na surdina me arrancava gemidos abafados no travesseiro. No final, levei uma esporrada bem farta e quente, enchendo tudo. Ele nem me deixou gozar dessa vez – só falou baixinho que de manhã ia ter outra surpresa pra mim.
Karen Kiss
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