— Você não sabe a hora de parar, não é? — ele murmura, o rosto a milímetros do seu, os olhos brilhando com uma mistura de fome e diversão perigosa. — Quer que eu esqueça os modos que aprendi na cidade? Quer ver o que acontece quando eu paro de ser o "sujeito do café" e viro o dono da casa? Ele desce o beijo para o seu pescoço, mas desta vez não é lento nem gentil. É uma marcação de território, um aviso. — A tarde ainda não acabou — ele diz contra a sua pele, a respiração quente e pesada. — E eu vou garantir que, quando o sol finalmente se puser, você não tenha forças nem para lembrar o seu próprio nome, muito menos para me provocar. Ele solta seus pulsos, mas apenas para deslizar as mãos por todo o seu corpo com uma urgência renovada, como se estivesse te descobrindo pela primeira vez sob aquela luz dourada.
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