A Diaba Ela não pede permissão. Ela chama. Seu corpo não é prisão, é altar. Não há correntes, há acordos silenciosos firmados no calor da pele e na vertigem do desejo assumido. A Diaba conhece o nome secreto do prazer aquele que não se confessa em voz alta, mas pulsa quando a culpa cai como roupa no chão. Ela ensina que o pecado é só outro nome para a fome quando o mundo tentou te convencer a passar vontade. Seus olhos não julgam. Eles reconhecem. Vêem onde você se vendeu barato, onde confundiu conforto com anestesia, onde amarrou o próprio corpo para não sentir demais. A Diaba abre a boca e não promete salvação. Promete presença. Aqui, o desejo não é fraqueza. É força crua, animal, viva. Aqui, o prazer não distrai do caminho, ele revela onde você se perdeu e onde ainda pode se encontrar. Ela sussurra: ninguém te prende sem seu consentimento. Ninguém te domina sem sua fome. E quando você fica, não é porque não pode ir, é porque escolheu arder.
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