Hoje eu acordei com a sensação de que não precisava provar nada.
Nem ser interessante, nem produtiva, nem disponível o tempo todo.
Tem algo muito poderoso em escolher um ritmo mais lento quando o mundo inteiro parece correr por hábito.
Eu aprendi que silêncio também é presença.
E que nem toda conexão precisa de urgência para ser real.
Esse espaço existe justamente por isso:
Para não competir com nada lá fora.
Para não pedir atenção.
Para simplesmente estar.
Algumas coisas florescem melhor assim.
Sem barulho.
Sem pressa.
Sem plateia.