Ela gostava do risco como quem saboreia um segredo proibido. Havia algo na mistura de controle e entrega que a fazia sorrir de canto, como se carregasse um jogo invisível só dela. Às vezes se deixava conduzir, suave, obediente… outras, bastava um olhar firme para inverter tudo e assumir o comando sem dizer uma palavra.
O que mais a fascinava era a sensação de estar à beira — lugares improváveis, momentos intensos, o coração acelerado não só pelo desejo, mas pela ousadia. Ela não enrolava, não escondia o que queria. Preferia a verdade crua do instante, o calor do olhar sustentado por tempo demais.
E quando percebia que estava sendo observada, em vez de recuar… respirava fundo, erguia o queixo e deixava o mistério falar por ela. Porque, no fundo, o poder nunca foi escolher entre dominar ou se entregar — era saber que podia ser ambos, quando quisesse.
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