vejo aquelas árvores
derramarem suas folhas no outono
as mesmas árvores que se lembram de nós
as lembranças distantes e bonitas
de um amor que não existe mais
as árvores que esperam o inverno
quando eu não o espero mais








carta para um paciente nada paciente
caro se. carter chesterfild (nome fictício)
pensar em todas as tuas burradas, me irritava. todas as mais variadas formas perigosas de avaliar-te. ficaram para trás os teus sonhos. não há nenhum motivo lhe prendendo a este lugar. somos todos humanos dependentes de um motivo para continuar, para viver. o teu, era ser. E ser não foi o suficiente. ser é o que fizeste bem. sem nenhum aspecto de bondade. tu, caro amigo, não sabes o quão bom é ser bom. agora passa da meia noite, já é outro dia e você terá todas as oportunidades para me fazer crer em tuas palavras. sem frases incompletas em meio ao teu discurso. assim seremos continuamente humanos.





























